O fenômeno da autoajuda salta das livrarias para as urnas, prometendo salvação individual em um país exausto.
O sucesso de Pablo Marçal nas eleições municipais e o crescimento de Augusto Cury nas pesquisas presidenciais revelam um padrão surpreendente: a literatura de autoajuda invadindo o espaço político. Mais do que anomalias eleitorais, esses fenômenos apontam para um país em estado terminal, emocionalmente exausto e em busca de respostas fora dos partidos tradicionais.
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