EUA Revelam Detalhes Chocantes da “Operação Resolução Absoluta”: Como Defesas Aéreas da Venezuela Foram Aniquiladas e Maduro Capturado
A administração do presidente Donald Trump divulgou informações detalhadas sobre a complexa operação que resultou na detenção de Nicolás Maduro, o líder venezuelano. A ação, batizada de “Operação Resolução Absoluta”, envolveu um ataque massivo e coordenado contra as defesas aéreas da Venezuela, abrindo caminho para a captura do ditador e sua esposa.
Segundo relatos oficiais, a ofensiva contou com mais de 150 aeronaves, incluindo caças de última geração e bombardeiros estratégicos, além de forças de elite do Exército Americano. O objetivo principal era neutralizar rapidamente a capacidade de resposta militar venezuelana, garantindo o sucesso da missão de captura.
As informações foram divulgadas por fontes americanas, detalhando a magnitude e a precisão do ataque que desmantelou sistemas antiaéreos e permitiu a entrada de tropas especiais para a apreensão de Maduro. A operação, que durou poucas horas, marca um ponto de virada significativo no cenário político venezuelano.
Invasão Aérea Relâmpago: Neutralização das Defesas Antiaéreas
A operação iniciou-se na madrugada de sábado, com o lançamento de uma frota impressionante de aeronaves a partir de mais de 20 bases espalhadas pelo continente. Helicópteros especiais decolaram de porta-helicópteros e porta-aviões no Mar do Caribe, como o Iwo Jima, voando a baixíssima altitude sobre o mar para evitar a detecção por radares.
Foram empregados caças furtivos, como os F-22 e F-35, e “naves-mãe” com capacidade de lançar drones. Estes equipamentos avançados tiveram a missão de destruir lança-mísseis S-300 de fabricação soviética e outras defesas antiaéreas de longa e média distância. Bombardeiros estratégicos B-52 Stratofortress e B-1B Lancer, juntamente com aeronaves de guerra eletrônica, completaram o dispositivo aéreo.
Os ataques aéreos começaram precisamente às 2h01. Autoridades americanas não confirmaram confrontos diretos com caças Sukhoi 30 venezuelanos, mas informaram a destruição de ao menos um lança-mísseis antiaéreo na base aérea de La Carlota, na zona leste de Caracas. O porto de La Guaíra e o aeroporto Higuerote também foram alvos.
Ataques Cibernéticos e o Cerco a Maduro
Paralelamente aos ataques físicos, os Estados Unidos executaram ofensivas cibernéticas que deixaram diversas regiões da capital venezuelana sem energia elétrica. Essa ação visava desorientar e dificultar a coordenação das forças de segurança venezuelanas.
Enquanto os caças e mísseis atuavam, uma força de helicópteros aproximou-se de uma instalação de segurança onde se encontrava Maduro. Acredita-se que helicópteros de ataque e drones realizaram o assalto inicial contra defesas de curta distância, enquanto tropas de elite desembarcavam de helicópteros pesados Chinook, cada um capaz de transportar 50 combatentes.
Um dos helicópteros americanos foi atingido por fogo antiaéreo, mas conseguiu retornar à base. O general Dan Caine relatou que, ao chegarem à área-alvo, os helicópteros foram alvejados e responderam com força esmagadora de autodefesa. A ação resultou na morte de pelo menos 40 pessoas, entre militares e civis, e ferimentos em militares americanos.
Captura Rápida e Extração Segura
O presidente Trump afirmou que Maduro foi preso antes mesmo de conseguir deixar seu quarto e alcançar um bunker com porta de aço. A captura ocorreu cerca de três minutos após as primeiras explosões. “Nós pegamos eles de surpresa? Um tipo de surpresa, mas eles estavam esperando por alguma coisa. Houve muita oposição. Houve muito tiroteio”, declarou Trump.
O presidente americano mencionou que as tropas estavam equipadas com maçaricos, caso fosse necessário abrir o bunker de Maduro. Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, teriam se rendido e foram levados em um dos helicópteros, sob a proteção de caças e drones durante a extração.
Às 4h29 de sábado, todas as aeronaves americanas já haviam deixado o território venezuelano. O helicóptero que transportava Maduro pousou no porta-helicópteros Iwo Jima. Posteriormente, o ditador foi levado para a base aérea de Guantánamo, em Cuba, e, em seguida, transferido para uma prisão em Nova York.
Forte Tiuna: O Esconderijo de Maduro e Centro de Comando Neutralizado
Fontes do governo americano indicaram que o esconderijo de Maduro ficava no Forte Tiuna, a principal base do Exército da Venezuela, localizada no sul de Caracas. Esta instalação militar abriga também a Academia Bolivariana Militar e o centro de comando e controle das Forças Armadas Bolivarianas, que teria sido neutralizado durante os bombardeios para dificultar qualquer reação.
Helicópteros Chinook foram avistados em baixa altitude na região, e o terreno montanhoso é compatível com descrições feitas por Trump. Outras áreas de concentração de tropas e antenas de comunicação na capital também foram bombardeadas, com o objetivo de inviabilizar a resposta venezuelana.
Ataques Estratégicos em La Guaíra
Ataques também foram direcionados à província de La Guaíra, no litoral norte da Venezuela, a 70 quilômetros de Caracas. A região abriga o aeroporto Simão Bolívar, o maior do país, e o porto de La Guaíra, que foi bombardeado. Estes ataques parecem ter tido uma função estratégica secundária, visando controlar pontos cruciais para uma possível invasão prolongada do país, embora Trump tenha descartado, por ora, uma segunda onda de ataques.