MST chama Trump de "maior pirata da atualidade" e denuncia "ataque criminoso" dos EUA à Venezuela

MST chama Trump de “maior pirata da atualidade” e denuncia “ataque criminoso” dos EUA à Venezuela

Resumo

MST se solidariza com a Venezuela e critica duramente governo Trump

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) publicou uma nota contundente neste sábado (3), declarando sua solidariedade ao povo venezuelano. O movimento descreve as ações dos Estados Unidos contra a Venezuela como um “ataque criminoso”, atribuindo a ofensiva ao que chamam de “imperialismo estadunidense”.

Na declaração, o MST afirma que “denuncia o governo Trump por seus atos de guerra”. A ação é vista como o ápice de uma série de agressões que, segundo o movimento, já ocorrem há anos contra a soberania da Venezuela. O objetivo de Washington seria, conforme o MST, monopolizar o petróleo venezuelano.

O grupo alega que os Estados Unidos jamais aceitaram a “Revolução Bolivariana” e buscam fazer o país “voltar a estar de joelhos”. A nota lista diversas ações ofensivas, como “tentativas de desestabilização, embargos, golpes, boicotes e outras formas de ação”, destacando uma escalada recente com a mobilização de navios de guerra, aeronaves militares e fuzileiros navais americanos.

Trump é classificado como “maior pirata”

Em um trecho particularmente forte da nota, o MST afirma que “Trump se tornou o maior pirata da atualidade”. O movimento reforça seu posicionamento de apoio àqueles que “ousam desafiar” os Estados Unidos, demonstrando uma postura de resistência contra o que considera intervenção estrangeira.

Segurança de militantes e convocação à solidariedade

O MST também informou que estudantes, militantes e dirigentes vinculados ao movimento que estão na Venezuela encontram-se em segurança e em locais que não foram alvos de ataques. O grupo aproveitou para convocar organizações populares, tanto do Brasil quanto do mundo, a se unirem em solidariedade ao povo venezuelano.

Contexto de tensões e críticas ao imperialismo

A declaração do MST se insere em um contexto de elevadas tensões diplomáticas e econômicas entre os Estados Unidos e a Venezuela. O movimento, historicamente crítico às políticas de intervenção e ao que define como imperialismo, reafirma sua posição em defesa da soberania nacional e contra ações militares e econômicas que considera prejudiciais a outros países.

Ações americanas contra a Venezuela sob escrutínio

As ações americanas, incluindo sanções econômicas e o apoio a grupos de oposição, têm sido alvo de constantes críticas por parte do governo venezuelano e de seus aliados. O MST se alinha a essas críticas, denunciando o que percebe como uma política de desestabilização e dominação por parte dos EUA na América Latina.

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