Pesquisa Eleições 2026: Pazolini e Ferraço Empatam Tecnicamente na Liderança pela Governadoria do ES; Casagrande e Contarato se Destacam para o Senado

Pesquisa Eleições 2026: Pazolini e Ferraço Empatam Tecnicamente na Liderança pela Governadoria do ES; Casagrande e Contarato se Destacam para o Senado

Resumo

Intenções de voto para governador do Espírito Santo em 2026 mostram disputa acirrada entre Lorenzo Pazolini e Ricardo Ferraço, enquanto nomes para o Senado já se destacam.

O Instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta sexta-feira (28) uma nova sondagem de intenções de voto para as eleições de governador do Espírito Santo em 2026. A pesquisa também ouviu a opinião dos eleitores sobre as duas vagas em disputa para o Senado Federal pelo estado.

No cenário estimulado para o governo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB) aparecem tecnicamente empatados, dentro da margem de erro, com o republicano liderando numericamente por uma pequena diferença. A pesquisa não simulou cenários de segundo turno.

Para o Senado, Renato Casagrande (PSB) e Fabiano Contarato (PT) surgem como os nomes de maior destaque na corrida pelas duas cadeiras. Os dados foram divulgados pelo Instituto Paraná Pesquisas e revelam um eleitorado ainda com alta taxa de indecisão em ambos os pleitos. A pesquisa ouviu 1.504 eleitores entre os dias 22 e 26 de agosto de 2026, com margem de erro de 2,6 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Cenário para Governador: Empate Técnico e Rejeição Definem Disputa

No cenário estimulado para governador, Lorenzo Pazolini obteve 39% das intenções de voto, enquanto Ricardo Ferraço alcançou 38,2%. Helder Salomão (PT) aparece em terceiro lugar com 7,5%.

Outros nomes citados na pesquisa estimulada incluem Breno Barcelos (Missão) com 1,5% e Rafael Demuner (UP) com 0,7%. Os votos brancos ou nulos somaram 6,8%, e aqueles que não sabem ou não opinaram representaram 6,4%.

Em relação à rejeição, Helder Salomão lidera com 25%, seguido por Breno Barcelos com 15,8%. Lorenzo Pazolini registrou 15% de rejeição, e Ricardo Ferraço, 13,6%. Rafael Demuner teve 12,1%. Um percentual de 10,9% declarou que poderia votar em todos, e 25,1% não souberam ou não opinaram.

Senado: Casagrande e Contarato Lideram em Pesquisa Estimulada

Para as duas vagas no Senado, a pesquisa estimulada mostra Renato Casagrande com 52,3% das menções, seguido por Fabiano Contarato com 25,4%. Esses dois nomes se consolidam como favoritos na disputa.

Sérgio Meneguelli (PSD) aparece com 17,9%, Maguinha Malta (PL) com 14,1%, Rose de Freitas (MDB) com 12,9%, e Evair de Melo (Republicanos) com 12,0%. Marcos do Val (Avante) obteve 10,2%.

Outros candidatos como Rodney Miranda (PRTB), Callegari (DC), Professor Fabian (PSOL) e Leonardo Monjardim (Novo) tiveram percentuais menores. A soma de votos nulos ou brancos foi de 6,7%, e a indecisão atingiu 6,3%.

Alta Indecisão Marca Pesquisa Espontânea para Ambos os Cargos

A pesquisa espontânea, onde os nomes não são apresentados previamente aos eleitores, revela um alto índice de indecisão para ambos os cargos. Para governador, quase 60% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar, com Lorenzo Pazolini liderando com 13,6% e Ricardo Ferraço em seguida com 13,3%.

Renato Casagrande apareceu com 4,9% e Helder Salomão com 2,5%. A maioria dos eleitores, no entanto, demonstrou não ter definido seu voto neste momento.

No cenário espontâneo para o Senado, a indecisão foi ainda maior, com mais de 70% dos entrevistados dizendo não saber em quem votar. Renato Casagrande obteve 11%, Evair de Melo 4,3% e Fabiano Contarato 4,1%. Os demais candidatos apresentaram percentuais inferiores a 3%.

Metodologia e Contexto das Pesquisas Eleitorais

A pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas foi registrada no TSE sob o número ES-02530/2026. É importante ressaltar que pesquisas eleitorais refletem um retrato momentâneo do eleitorado e podem ser influenciadas por diversos fatores, como a metodologia aplicada e a forma como as perguntas são formuladas.

A publicação de pesquisas, como a realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, visa fornecer informações aos eleitores e aos atores políticos, auxiliando na compreensão do cenário eleitoral. Contudo, os resultados não devem ser vistos como previsões definitivas, mas sim como um termômetro das opiniões no período da coleta.

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