Tarcísio visita Bolsonaro na Papuda e recebe elogios de Eduardo; governador reafirma apoio e candidatura à reeleição
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, realizou sua primeira visita a Jair Bolsonaro desde a prisão do ex-presidente no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O encontro, autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, gerou repercussão, especialmente pelas palavras de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente.
Eduardo Bolsonaro expressou satisfação com a visita do governador paulista, destacando que o gesto “constrói pontes” e “fortalece laços”. Em sua conta na rede social X, o deputado cassado afirmou que a ação “faz muito bem” a Jair Bolsonaro e reafirma “compromissos com o futuro do Brasil”, conforme divulgado pelo portal G1.
A declaração de Eduardo contrasta com críticas anteriores dirigidas a Tarcísio de Freitas. Em momentos passados, Eduardo chegou a afirmar que o governador “deve tudo à família” e que era “um desconhecido” antes de ser ministro. A visita de Tarcísio ocorreu após um adiamento, justificado por compromissos políticos do governador.
Tarcísio reafirma apoio e candidatura à reeleição
Durante a visita, Tarcísio de Freitas confirmou a Jair Bolsonaro sua intenção de concorrer à reeleição ao governo de São Paulo ainda este ano. Além disso, o governador assegurou seu apoio irrestrito à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República, demonstrando alinhamento com os planos da família.
Encontro autorizado e pedido por liberdade
A visita de Tarcísio a Bolsonaro na Papuda foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes e ocorreu após um reagendamento. O governador paulista foi visto ao lado de Carlos Bolsonaro, o “filho 02” do ex-presidente. Na ocasião, Tarcísio ressaltou a importância de “respeitar” a história e os 60 milhões de votos que Jair Bolsonaro obteve, reforçando o pedido por sua liberdade.
Tarcísio se posiciona contra o governo Lula
Em sua conversa com o ex-presidente, Tarcísio de Freitas declarou estar “no time” da oposição e contra o governo Lula. Ele citou o que chamou de crises “fiscal” e “moral” da atual administração federal como motivos para seu posicionamento. A visita reforça a articulação política em torno de figuras importantes da direita brasileira.