Senado rejeita Jorge Messias para o STF: uma derrota histórica para Lula e celebração da oposição
Em um desfecho que agitou os corredores do poder, o Senado Federal rejeitou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). A votação, que terminou com 42 votos contrários e 34 a favor, representa uma derrota histórica para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A decisão, anunciada nesta quarta-feira (29), foi recebida com alegria e comemoração por parlamentares da oposição. A reprovação do nome de Messias, que ocupava o cargo de Advogado-Geral da União, gerou uma onda de declarações nas redes sociais e em pronunciamentos, marcando um momento de forte contestação ao Executivo.
A oposição vê na rejeição um recado direto ao presidente Lula e uma demonstração de que o Congresso está atento às demandas e sentimentos da sociedade. A notícia repercutiu intensamente entre os críticos do governo, que celebraram o resultado como uma vitória para a independência dos poderes e para o país. Conforme divulgado, a votação no Senado foi um marco significativo.
Reações de Euforia e Críticas ao Governo
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, destacou que a decisão do Senado “vocaliza o sentimento da sociedade brasileira” e envia um “recado ao próprio governo Lula”. Ele criticou o que chamou de “interferência entre poderes” e “dessintonia com o que quer a sociedade”.
Sergio Moro (PL-PR) reforçou o desejo de um STF “independente de Lula e do Poder Executivo, vinculado apenas à lei e à Constituição”. A fala de Moro ecoa um sentimento de busca por autonomia do Judiciário em relação ao governo.
“Se os intocáveis do PT e do STF estão tristes, o Brasil tá feliz”, escreveu Romeu Zema (Novo-MG) em suas redes sociais, demonstrando o tom crítico de parte do espectro político. A declaração aponta para uma polarização acentuada em torno da indicação e do próprio STF.
“Tchau, querido!” e a Celebração da “Vitória”
A deputada Filipe Barros (PL-PR) celebrou a rejeição com a frase “Tchau querido!” e afirmou que “a pressão popular foi ouvida”. Ele também alertou os 34 senadores que votaram a favor de Messias, indicando que “certamente serão lembrados nas eleições”.
A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) declarou “Glória! Lula perdeu a governabilidade. O governo Lula acabou.”, mostrando um otimismo exacerbado com a derrota do governo na indicação. Ela previu ainda “outra grande vitória” no dia seguinte.
Carol de Toni (PL-SC), outra deputada federal, ressaltou a força da oposição: “Nem toda a máquina do governo, com tanta emenda liberada, conseguiu aprovar o indicado de Lula ao STF.” Ela classificou o evento como “uma derrota histórica” e um “marco para o Brasil”, sinalizando que “o país começa a voltar aos trilhos”.
Um Marco Histórico e Sinais para o Futuro
A rejeição de Jorge Messias é, de fato, um evento incomum na história recente do Brasil. A deputada Rosângela Moro (PL-PR) interpretou a votação como um impulsionador para a candidatura de Flávio Bolsonaro e um “recado claro para o Lula: ele virá forte em 2027. Tchau, Lula!”
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) parabenizou “aos senadores” e “ao povo brasileiro”, afirmando que “Perde Lula, ganha o Brasil”. Marcel Van Hattem (Novo-RS) também celebrou, declarando: “Lula não indicou mais um amigo no STF, nós vencemos!”
Ainda, Sósthenes Cavalcante (PL-RJ) escreveu “Dia histórico FORAAAA LULAAAA”, e Carlos Jordy (PL-RJ) resumiu o sentimento com “MESSIAS REJEITADO. QUE DERROTA DO GOVERNO LULA! QUE DERROTA DA DITADURA!”. A oposição, portanto, comemora a rejeição como um ponto de virada e um sinal de força política.