A imprensa brasileira é acusada de trair seus princípios, priorizando interesses escusos sobre a apuração de fatos e a verdade.
Uma forte corrente de opinião critica o que chama de **”politicagem”** que teria se instalado no jornalismo nacional. Segundo essa perspectiva, os princípios fundamentais da profissão foram abandonados em prol de narrativas convenientes, distanciando a imprensa do mundo real.
A acusação central é que a **”imprensa desistiu de ser imprensa”**, cedendo a armações e traições. Aqueles que se mantiveram alheios a essa suposta manipulação teriam se livrado de “jornalistas fajutos” e os denunciado incansavelmente.
Essa visão ganha força com a menção a casos como o do Banco Master, a condenação dos assassinos de Marielle Franco e as pesquisas sobre a “polilaminina”, conforme informações divulgadas por fontes críticas ao jornalismo atual.
Supostos Abusos e a Cumplicidade da Mídia
A crítica se estende à cobertura de ações de ministros do STF, iniciadas desde 2019, ou antes, como o fatiamento do processo de impeachment de Dilma Rousseff. A ideia é que os “jornalistas” teriam **”despertado”** tardiamente para abusos, arbítrios e ilegalidades, incluindo o Inquérito do Fim do Mundo.
A alegação é que a mídia sabia dos **”crimes”** cometidos por magistrados da mais alta corte, que usavam o pretexto de “salvar a democracia”. A desistência do senso crítico e a tolerância teriam ocorrido porque as artimanhas do Supremo eram direcionadas a conservadores, considerados inimigos da maioria das redações.
Essa postura é descrita como uma **”tolerância criminosa”** e **”cumplicidade com os togados”**, que teriam engendrado a **”maior ditadura que o Brasil já enfrentou”**. A perseguição, segundo essa ótica, teria acabado por atingir até mesmo a imprensa que se afastou de seus deveres.
O Caso Marielle Franco e a Cobertura Questionada
No tocante ao assassinato da vereadora Marielle Franco, em 2018, a crítica aponta que a imprensa tentou, a todo custo, **ligar Jair Bolsonaro ao crime**. Usaram-se “truques baixos” para forjar um culpado, transformando o assassinato em um “palanque político”.
Com a condenação dos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão como mandantes do crime pela Primeira Turma do STF, a cobertura teria sido discreta. A notícia foi dada, mas **”sem o barulho”**, sem ocupar o espaço que se esperaria se o condenado fosse um “réu preferido” da mídia.
A acusação é que a mídia **”nunca quis identificar, julgar e condenar os verdadeiros responsáveis”** pela morte de Marielle, priorizando uma narrativa específica em vez da busca pela verdade completa.
Vacinas e Rigor Científico Seletivo
A crítica se volta também para jornalistas e cientistas que defenderam as vacinas da Covid-19. As vacinas, feitas às pressas e com técnica inédita, teriam sido aplicadas sem comprovação de eficácia e segurança, sendo obrigatórias para pessoas saudáveis.
Em contrapartida, para a **”polilaminina”**, apresentada como esperança para pessoas com perda de movimentos, exige-se **”estudo clínico completo”**, grupos de controle e análises estatísticas robustas.
Essa seletividade no rigor científico é vista como um padrão: **”só quando interessa”**. O mesmo grupo que aceita o desrespeito à Constituição para perseguir inimigos é o que exige provas irrefutáveis para tratamentos que não se alinham com suas agendas.
Um Pedido de Perdão e a Perda de Credibilidade
A imprensa, que se autodenominou o **”quarto poder”**, é vista como uma **”farsa”**. A sugestão é que ela reconheça seus erros, pecados, fraudes e crimes, pedindo perdão ao Brasil.
A proposta é que, de joelhos, a imprensa busque o perdão, pois os cristãos **”haveriam de perdoar”** os jornalistas que se perderam. No entanto, a devolução da credibilidade perdida é considerada impossível.