“Dark Horse”: Cinebiografia de Bolsonaro causa alvoroço em pré-estreia nos EUA e é chamada de “melhor filme da década” por influenciadores
O filme “Dark Horse”, cinebiografia que retrata a campanha presidencial de 2018 e o atentado sofrido por Jair Bolsonaro, estreou em pré-estreia mundial em Las Vegas, nos Estados Unidos, gerando reações intensas entre os espectadores. Descrito como “épico”, “excepcional” e “histórico”, o longa-metragem foi exibido durante o congresso conservador “Fraud-Fighter Summit”, organizado pelo grupo UnAuthorized.
A obra, dirigida por Cyrus Nowrasteh e estrelada por Jim Caviezel no papel de Bolsonaro, tem lançamento oficial nos cinemas norte-americanos agendado para 11 de setembro. A data de estreia no Brasil ainda não foi divulgada pelos produtores. O roteiro é assinado por Cyrus e Mark Nowrasteh, com base em material escrito pelo deputado federal Mário Frias.
A recepção inicial sugere que “Dark Horse” pode se tornar um marco no cinema político, com potencial para gerar debates acalorados sobre os temas que aborda. Conforme informações divulgadas, a expectativa é alta quanto ao impacto da produção e sua capacidade de alcançar um público amplo, tanto nos Estados Unidos quanto internacionalmente. A obra promete trazer à tona discussões sobre corrupção e processos eleitorais.
Influenciador dos EUA vê potencial de “Dark Horse” em eleições americanas
Michael Jaco, influenciador digital e ex-combatente da Marinha dos EUA, que assistiu à pré-estreia em Las Vegas, classificou o filme como “excepcional” e expressou o desejo de assisti-lo “mais duas ou três vezes”. Em vídeo publicado em seu canal no YouTube, Jaco destacou a importância do conteúdo do filme, que, segundo ele, expõe a corrupção no Brasil, especialmente durante as eleições, seguindo um padrão preocupante.
Jaco elogiou a atuação de Jim Caviezel como Bolsonaro e previu que “Dark Horse” poderá alcançar uma bilheteria expressiva globalmente. O ex-militar aposentado acredita que o lançamento do filme nos EUA, antes das eleições parlamentares, pode influenciar o resultado das urnas. Ele ressaltou que a temática da corrupção eleitoral pode servir como um aprendizado para os americanos.
“Pode até parecer que isso não acontece nos EUA. E todos nós podemos aprender um pouco mais sobre essa corrupção. É um filme muito denso, e será ótimo que muitos americanos vão poder assistir a ele. Espero que isso inspire os eleitores a darem bons votos na eleição”, afirmou Jaco.
Ex-boxeador declara “Dark Horse” como “melhor filme da década”
David Nino Rodriguez, ex-boxeador e influenciador digital, também esteve presente no evento e elogiou a produção em seu perfil no X, atribuindo ao filme uma nota de 9,5 de 10. Ele comparou a performance de Caviezel em “Dark Horse” a seu papel em “Som da Liberdade”, afirmando que o ator “detonou” novamente. Rodriguez, no entanto, enfatizou a necessidade de uma grande mobilização para que o filme alcance um público massivo.
“Ele [Caviezel] vai precisar da nossa união, dos patriotas, para com esse filme. Hollywood não tem nada a ver com esse filme, é um ‘dark horse’ (azarão), em tradução literal. É um filme incrível sobre Bolsonaro. Cinco estrelas, provavelmente o melhor filme da década”, declarou Rodriguez, ressaltando o caráter independente da produção.
Tina Peters destaca relevância global de “Dark Horse”
A ex-funcionária pública Tina Peters, que recebeu perdão judicial após condenação por fraude eleitoral no Colorado, esteve presente no congresso e ressaltou a importância de “Dark Horse”. Ela afirmou que o que aconteceu com Bolsonaro “pode acontecer em qualquer outro lugar do mundo”, pedindo atenção ao filme e demonstração de respeito pelo sofrimento das pessoas envolvidas no Brasil.
Eduardo Bolsonaro confirma fidelidade do filme a fatos reais
Após a exibição, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro participou de um painel e garantiu que “quase tudo o que aparece no filme é real”. Ele mencionou uma adaptação no roteiro sobre o medicamento tomado por seu pai antes do atentado. Segundo Eduardo, um amigo ofereceu um antibiótico a Jair Bolsonaro na manhã anterior à facada para tratar uma dor de garganta, o que o impediu de ter uma infecção após o ataque.
“Geralmente não se toma antibiótico por causa disso, mas ele estava em campanha e não poderia parar. Esse amigo alertou que a voz dele não poderia parar. No dia seguinte, ele [Bolsonaro] foi esfaqueado e não teve infecção por causa disso. As pessoas chamam isso de coincidência, mas nós chamamos de providência divina”, explicou Eduardo Bolsonaro, interpretando o ocorrido como um ato de intervenção divina.