Alerta geral contra a PEC 6×1
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa o fim da escala de trabalho 6×1 tem gerado forte resistência no setor produtivo. Empresários e especialistas alertam que a medida pode desencadear um ciclo de alta inflacionária, aumento do desemprego e queda na produtividade. Contudo, o governo Lula da Silva parece ignorar esses avisos, avançando com a pauta sob a ótica de ganhos eleitorais a curto e médio prazos, conforme apontam congressistas e grandes empresários.
Estudos sérios, elaborados por associações industriais e comerciais, indicam que o fim da escala 6×1 pode trazer um cenário preocupante. Entre os riscos apontados estão a elevação da inflação, o impacto negativo no mercado de trabalho com o desemprego, a redução da produtividade geral e até mesmo um potencial aumento na sonegação de impostos, devido à já elevada carga tributária.
O setor de bares e restaurantes, por exemplo, é um dos mais afetados. Proprietários já sinalizam que o repasse dos custos adicionais para o consumidor final será imediato. No Distrito Federal, sindicatos do ramo estimam um aumento nos preços dos cardápios que pode variar entre 8% e 15%. A informação foi divulgada por fontes ligadas ao setor produtivo.
Congressistas pedem cautela e flexibilidade
Diante do impasse, congressistas mais moderados reconhecem a inevitabilidade do debate sobre o fim da escala 6×1, mesmo que após o período eleitoral. Eles clamam por cautela por parte do governo, sugerindo a busca por uma transição mais suave e flexibilidade nas regras. O objetivo é evitar o sufocamento do setor empresarial e impedir que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) seja travado.
Mercado financeiro atento aos movimentos de Timerman
Na Faria Lima, centro financeiro do país, investidores observam atentamente os movimentos de Vladimir Timerman. Após uma série de litígios, incluindo um com Nelson Tanure, Timerman tem sido alvo de críticas. Sua empresa, a Esh Capital, tem enfrentado dificuldades no mercado, e colegas apontam que ele teria perdido o rumo ao fazer acusações a terceiros, um movimento que gerou apreensão no mercado.
Denunciante desiste de depor sobre caso INSS
Uma peça-chave em um suposto esquema de pagamento de mesada a um filho do presidente Lula da Silva desistiu de depor à Controladoria-Geral da União (CGU) na semana passada. Segundo a Revista Oeste, o denunciante alegou ter recebido ameaças de morte e falta de proteção por parte da Polícia Federal. Levanta-se a dúvida sobre o interesse da CGU, órgão vinculado à Presidência, em ouvir o denunciante, enquanto a Polícia Federal segue com as investigações.
Marina Silva comemora redução do desmatamento
Antes de deixar o Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva se reuniu com prefeitos de 60 cidades localizadas às margens da BR-319, nos estados de Rondônia e Amazonas. Essas cidades são as que mais registraram desmatamento. Ela constatou que, em 2022, antes de assumir a pasta, as regiões desses municípios somaram 11 mil km² de desmate. No primeiro trimestre de 2026, o número caiu para 5 mil km², uma redução superior a 60% durante sua gestão, conforme comemorado pela ex-ministra.
Operação do Ibama apreende cocares em Brasília
Uma operação realizada por fiscais do Ibama resultou na apreensão de cocares com penas de aves em lojas de indígenas Pataxó na Torre, em Brasília, no último sábado. Relatos indicam que o grupo, liderado por um fiscal com atuação ativa nas redes sociais, agiu de forma arrogante e invasiva, chegando a abrir pertences pessoais. O fiscal em questão seria filiado a um partido político, foi candidato a deputado federal em 2022 e almeja retornar às urnas.