Argentina: Queda drástica nos homicídios! Governo Milei atribui sucesso a ofensiva contra o crime e plano em Rosario

Argentina: Queda drástica nos homicídios! Governo Milei atribui sucesso a ofensiva contra o crime e plano em Rosario

Resumo

Argentina registra queda histórica nos homicídios dolosos com políticas de segurança do governo Milei

O governo argentino divulgou dados que apontam para uma significativa redução nos homicídios dolosos no país. Segundo o porta-voz presidencial, Adrián Revier, o primeiro semestre de 2027 registrou 738 vítimas, uma diminuição de 10% em relação ao mesmo período de 2026, quando foram contabilizados 822 casos.

A comparação com 2023, último ano antes da posse de Javier Milei, revela um cenário ainda mais impactante. Naquele ano, ainda sob a gestão de Alberto Fernández, o primeiro semestre somou 1.035 homicídios. Em relação a esse patamar, a queda chega a impressionantes 41%, demonstrando um forte impacto das políticas de segurança implementadas.

“Cada homicídio continua sendo uma tragédia e uma dívida que nos obriga a redobrar os esforços”, declarou Revier, ressaltando que a tendência de queda indica que as políticas de segurança adotadas pelo governo Milei “vão pelo caminho correto”, conforme informação divulgada pelo governo.

Plano Bandera em Rosario: Um sucesso contra o narcotráfico

Um dos pilares dessa estratégia de segurança é o Plano Bandera, focado na cidade de Rosario, uma das regiões mais afetadas pela atuação de organizações ligadas ao narcotráfico. A iniciativa consistiu no aumento da presença de forças federais em bairros considerados críticos, visando desarticular o crime organizado.

Os resultados em Rosario são notáveis, com uma queda de 33% nos homicídios dolosos ao longo de 2026. Desde o início do Plano Bandera, no começo do governo Milei, a redução acumulada chega a 68%. O porta-voz atribui essa melhora diretamente ao reforço das forças federais nessas áreas.

Argentina lidera em segurança na América Latina

Com esses indicadores, a Argentina consolida sua posição como o país com a menor taxa de homicídios da América Latina e do Caribe. A taxa atual é de 3,6 assassinatos por 100 mil habitantes. Para contextualizar, a média regional é de 15 homicídios por 100 mil habitantes.

Em comparação, o Chile apresenta uma taxa de 5,4, o Uruguai 10,3 e o Brasil 19,2. No cenário global, a média é de 5,8 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo dados apresentados pelo governo argentino. Esses números foram corroborados por levantamentos da InSight Crime, organização especializada no estudo do crime organizado na região.

Comparativo de taxas de homicídio por 100 mil habitantes

A taxa argentina de 3,6 homicídios por 100 mil habitantes em 2027 se destaca quando comparada a outros países da América Latina e do Caribe. A média regional é consideravelmente mais alta, atingindo 15 por 100 mil habitantes.

Para ilustrar a diferença, o porta-voz citou dados de países vizinhos: Chile com 5,4, Uruguai com 10,3 e Brasil com 19,2. No contexto mundial, a média global de assassinatos por 100 mil habitantes é de 5,8, evidenciando o desempenho positivo da Argentina em termos de segurança pública.

Perspectiva de continuidade e aprimoramento das políticas

O governo argentino reafirma o compromisso em continuar os esforços para reduzir ainda mais os índices de criminalidade. A queda observada é vista como um indicativo de que as estratégias atuais estão no caminho certo, mas a vigilância e o aprimoramento das ações de segurança permanecem como prioridades.

A colaboração entre as forças federais e locais, juntamente com a inteligência e a repressão qualificada, são apontados como fatores essenciais para manter e ampliar os resultados positivos na luta contra o crime, especialmente em áreas de alta vulnerabilidade como Rosario.

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