Pesquisa Genial/Quaest 2026: Lula lidera cenário estimulado com vantagem sobre Flávio Bolsonaro; veja números e rejeição

Pesquisa Genial/Quaest 2026: Lula lidera cenário estimulado com vantagem sobre Flávio Bolsonaro; veja números e rejeição

Resumo

Nova pesquisa Genial/Quaest revela cenários para a disputa presidencial de 2026, indicando liderança de Lula em simulações estimuladas e empate técnico em segundo turno contra Flávio Bolsonaro.

A Genial/Quaest divulgou nesta quarta-feira (13) uma nova pesquisa de intenções de voto para presidente da República nas eleições de 2026. Os dados mostram o atual presidente, Lula (PT), liderando o cenário estimulado com uma vantagem de 6 pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro (PL).

No entanto, quando a pesquisa simulou um possível segundo turno entre os dois, o resultado foi de empate dentro da margem de erro. A pesquisa também explorou outras simulações, nas quais Lula venceria Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

Além das intenções de voto, a Genial/Quaest também investigou a rejeição dos eleitores, perguntando em quem eles **não votariam**. Nesse quesito, Lula foi o mais citado, seguido de perto por Flávio Bolsonaro. Os resultados foram divulgados com base em entrevistas realizadas entre os dias 8 e 11 de maio, com 2.004 pessoas, e a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Lula lidera no cenário estimulado, mas Flávio Bolsonaro cresce

Na pesquisa estimulada, que apresenta os nomes dos potenciais candidatos aos entrevistados, Lula aparece na frente. Flávio Bolsonaro surge em segundo lugar, demonstrando um potencial de crescimento. A pesquisa da Genial/Quaest também apresentou os números de outros pré-candidatos, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, ambos com 4% das intenções de voto.

Renan Santos (Missão) aparece com 2%, seguido por nomes como Augusto Cury (Avante) e Cabo Daciolo (Mobiliza), ambos com 1%. Outros candidatos como Samara Martins (UP), Hertz Dias (PSTU) e Aldo Rebelo (DC) registraram índices inferiores a 1% ou 0%. É importante notar que Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível até 2030, aparece com 2% no cenário espontâneo, onde os nomes não são apresentados.

Segundo turno: cenário de equilíbrio e indecisão

A Genial/Quaest simulou quatro cenários de segundo turno, todos com a presença de Lula. Em um confronto direto com Flávio Bolsonaro, os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados, refletindo a polarização observada em pesquisas anteriores. Essa disputa acirrada indica que a definição do eleitorado será crucial.

As simulações contra Romeu Zema e Ronaldo Caiado mostram Lula com vantagem, assim como a simulação contra Renan Santos. Esses resultados sugerem que, embora Lula lidere em cenários estimulados, a consolidação de sua candidatura e a capacidade de atrair votos de outros grupos políticos serão determinantes para o resultado final.

Rejeição: um fator chave na corrida presidencial

A pesquisa também mediu a rejeição dos pré-candidatos, um indicador importante sobre a percepção negativa que cada um enfrenta. Lula foi o nome mais citado quando os entrevistados foram questionados sobre em quem eles não votariam. Essa alta rejeição representa um desafio significativo para a campanha do atual presidente.

Flávio Bolsonaro aparece em seguida na lista de rejeição, indicando que, apesar de seu potencial de crescimento, ele também enfrenta obstáculos para conquistar parte do eleitorado. A análise da rejeição é fundamental para entender as dinâmicas da próxima eleição presidencial e as estratégias que os candidatos precisarão adotar para superar essas barreiras.

Metodologia da pesquisa e importância da informação

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 pessoas entre 8 e 11 de maio, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-03598/2026. Institutos como a Genial/Quaest realizam pesquisas eleitorais para oferecer um retrato do momento político, com base em amostras representativas.

É fundamental ressaltar que pesquisas eleitorais são leituras de momento e não previsões exatas do resultado das urnas. Fatores como a metodologia de entrevista, a composição da amostra e a formulação das perguntas podem influenciar os resultados. Por isso, a Gazeta do Povo, que publica essas informações, considera as pesquisas uma ferramenta de informação para o leitor, o eleitor e os agentes políticos e financeiros.

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